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sexta-feira, 14 de agosto de 2009

CURIOSIDADE COLORIDA 9




CHECK-IN AERLINGUS


Na minha mais recente viagem, assunto do próximo post, cheguei todo apressado ao Aeroporto Internacional de Dublin para o meu embarque rumo a capital da Escócia, Edimburgo. Fui até os guichês da compania aérea irlandesa AERLINGUS e ninguém do staff para me atender, pois eu ja estava em cima do horário de embarque. Olho para um lado...nada...para o outro...nada...que empresa é essa que não coloca ninguém pra atender os passageiros? Foi ai que vi, uns terminais com o logotipo da AERLINGUS e fui até um deles, pra saber do que se tratava. Só ai descobri, que eu tinha que fazer o "meu" próprio check-in. Era uma máquina toda moderna para impressão do meu "pass board", o meu cartão de embarque. Digitei o número que eu tinha, quando fiz as reservas das minhas passagens aéreas quando paguei com o meu cartão de débito do banco AIB e pimba!!!...em 2 segundos, saiu por um buraquinho todo "chic", o meu cartão de embarque rumo à Escócia. Coisas da modernidade que só vim conhecer aqui em Dublin. O mundo evolui, e eu também...só faltou a máquina dizer num bom inglês: "BOA VIAGEM". Saí correndo com a minha "maletuxa", a mala da Xuxa...e fui embora correndo para o portão de embarque.
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obs.: antes que algum espertinho me pergunte... eu tentei fazer o check-in on-line pela internet, mas faltando apenas 6 horas para o embarque, não estava conseguindo...por isso cheguei em cima da hora e resolvi fazer no aeroporto mesmo. Se tivesse conseguido fazer pela internet, teria que ir em uma lan-house para imprimir o pass-board, do mesmo jeito.

domingo, 9 de agosto de 2009

BRASILZÃO


Afffff...tô naquela "fase" crítica...só ando querendo experimentar os sabores: goiaba, caldo de cana, pastel de feira, rapadura, cocada, angú, bolo de milho, pamonha, curau...quantas saudades da terrinha, dos amigos, das conversas fiadas, do "cheiro" do Brasil. Me lembrei deste poema (letra) linda...e a saudade bateu mais ainda...compartilho com vcs...abraços:


Canção do Exílio


Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o Sabiá;
As aves, que aqui gorjeiam,
Não gorjeiam como lá.
Nosso céu tem mais estrelas,
Nossas várzeas têm mais flores,
Nossos bosques têm mais vida,
Nossa vida mais amores.
Em cismar, sozinho, à noite,
Mais prazer encontro eu lá;
Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o Sabiá.
Minha terra tem primores,
Que tais não encontro eu cá;
Em cismar — sozinho, à noite
Mais prazer encontro eu lá;
Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o Sabiá.
Não permita Deus que eu morra,
Sem que eu volte para lá;
Sem que desfrute os primores
Que não encontro por cá;
Sem qu’inda aviste as palmeiras,
Onde canta o Sabiá.

Gonçalves Dias*

Até no hino Nacional tem dois versos deste poema.